segunda-feira, 4 de junho de 2018

    PARADA GAY NA AV. PAULISTA.


#SOBRE #A #PARADA #GAY

Há exatamente um ano expressei meu posicionamento e subscrevo-o sem por nem tirar.

Por conta da PARADA GAY em SP, vi alguns posts que diziam assim:

“você deve respeitar! / você tem que respeitar!” no IMPERATIVO, como se fosse uma ordem, ou ainda: como se fosse uma verdade indubitável da qual devo seguir sem questionar!

Ora, isso, inevitavelmente, leva-nos às seguintes indagações:

Respeitar um movimento que faz da avenida mais importante do país, a versão parafraseada de Sodoma e Gomora?
Respeitar uma manifestação da qual debocham do cristianismo explicitamente, com atos dos quais introduzem crucifixos no ânus, desfilam ‘crucificados’ na Cruz, e simulam Maria abortando Jesus?

Chega a ser de uma imbecilidade sem precedentes pedir respeito a esse despautério!

Homens respeitados e respeitadores, como CLODOVIL, eram explicitamente contra esse ‘puteiro a céu aberto’, mesmo sendo um HOMEM com preferências sexuais exóticas. 

Quanto à minha posição sobre o gayzismo no Brasil:

     O problema central não está na PARTICULARIDADE de o sujeito usar seu ÓRGÃO EXCRETOR como mecanismo de fazer “amor”, tampouco de a mulher inverter a polarização natural de sua genitália e utilizá-la como uma espécie de “politriz orbital”. O problema está nos referidos - e simpatizantes - que querem passar por cima do nosso direito CONSTITUCIONAL de achar o que bem entendemos como normal e natural. (CF: §5º - IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença).
     Outro grande problema está no fato deles quererem direitos e leis especiais além do que prevê a CF em seu §5º - “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza (...)”.
     O terceiro grande problema está em explicitar às crianças e jovens nas escolas e na sociedade, que ainda não têm sua psique madura suficiente para refletir sobre certos assuntos, a adversidade sexual como algo NATURAL, que não é - conforme resta mais que comprovado pela Biologia, Neurociência, Psicologia, Teologia, Filosofia e qualquer outra ciência capaz de apresentar mecanismos de conhecimento.
     O quarto grande problema está nos referidos sentirem-se no direito de cobiçarem EXPLICITAMENTE a nós, os héteros, que não compactuamos com esta espécie de artificialização da sexualidade humana, sem que possamos expressar nosso repúdio.
     O quinto grande problema está na prostituição a céu aberto, como resta mais que evidente nas passeatas do movimento GLBT, transformando o ambiente social – para todos – em um grande prostíbulo do qual se enquadra no Art. 233 do Código Penal, como crime!

Os problemas são inúmeros...

Em suma: Faça da sua vida sexual o que bem entender, desde que seja dentro do seu mundo individual, do seu espaço social e, principalmente, da sua posição (i)moral; mas não invada a nossa particularidade e direito de ter uma opinião formada com base naquilo que conhecemos por certo: ciência, racionalidade, lógica, preceitos morais e religiosos.

Antes que venha um ‘zé-ruela’ qualquer com a narrativa de que sou homofóbico – todos que são contra a HOMOSEXUALIDADE por eles são assim intitulados -, quero aqui deixar bem claro que não sou contra o SER HUMANO, e sim contra o homossexualismo! Tenho alguns amigos e amigas (no face e pessoalmente) com preferências sexuais excêntricas, mas que se portam como HOMENS e MULHERES (os dois únicos gêneros que há!), e que e têm todo o meu respeito! Quanto ao que fazem em sua particularidade, é um PROBLEMA único e exclusivo deles!
Quanto àqueles que querem transformar a sociedade em um grande arco-íris imoral, esses sim têm meu repúdio. 

Se ainda assim não entenderam, posso desenhar. Se não for suficiente, posso também explicitar o desenho, e depois desenhar a explicitação!     

#ProntoFalei #DoaAquemDoer

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